Lubrificação em Papel & Celulose.
Onde 312 redutores monitorados viraram +73% de desempenho econômico.
Plantas de celulose operam 24/7 com alto valor agregado por hora-máquina. Parada não programada em digestor, secagem ou prensa pode custar R$ 500 mil/h. Lubrificação correta é diferencial competitivo direto.

Onde a lubrificação faz mais diferença
Redutores de máquina de papel
Crítica (A)Calandras e prensas
Crítica (A)Compressores de ar de processo
Alta (B)Bombas de polpa e químicos
Alta (B)O que mais falha no setor
Contaminação por água em redutores
Ambiente de planta com vapor e umidade constante. Sem respiros adequados e procedimento de coleta, óleos atingem >2.000 ppm de água em meses.
Programa fragmentado entre áreas
Cada área operacional define sua própria especificação, resultando em 15–25 SKUs de óleo no estoque. Padronização reduz para 5–7 SKUs.
Oxidação acelerada em zonas quentes
Redutores próximos a secadores operam a 80–95°C constantes. Óleo mineral degrada em 3–6 meses se não houver troca para sintético.
Normas que o seu programa precisa atender
Caldeiras, vasos de pressão e tubulações — define inspeções periódicas que incluem análise de lubrificantes em equipamentos rotativos críticos.
Contaminação por partículas — base para especificação de filtragem em sistemas hidráulicos e de lubrificação centralizada.
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