Lubrificação em Mineração.
Onde a graxa errada custa R$ 380 mil por troca de mancal.
Plantas de mineração operam em ambiente abrasivo, com carga de impacto extrema e baixa tolerância a parada não programada. A lubrificação é a primeira linha de defesa contra falha catastrófica em britadores, moinhos, transportadores e correias.

Onde a lubrificação faz mais diferença
Britadores primários e secundários
Crítica (A)Moinhos SAG e de bolas
Crítica (A)Transportadores de correia
Alta (B)Caminhões fora de estrada
Crítica (A)O que mais falha no setor
Contaminação por sílica e particulado
Ambiente operacional gera contaminação contínua. Sem programa de filtragem em paralelo, partículas abrasivas reduzem vida útil dos rolamentos em até 70%.
Subdimensionamento de viscosidade EP
Cargas de impacto exigem graxas com pacote EP robusto. Especificação genérica leva a desgaste prematuro de mancais de britador.
Frequência inadequada de relubrificação
Operadores aplicam graxa por horímetro genérico. Sem dosagem por horímetro real do equipamento, há ou superlubrificação (vazamento) ou subutilização (starvation).
Normas que o seu programa precisa atender
Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração — exige procedimentos formais de lubrificação em equipamentos críticos.
Coleta de dados de confiabilidade e manutenção de equipamentos — base para o programa de RCM.
Regulamentação técnica para lubrificantes e suas embalagens, controle de qualidade e rastreabilidade.
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